As vezes você se faz essa pergunta. Para não ser pego de surpresa, veja o que esperar do lugar para onde você está indo.

Cataratas do iguaçu – lado argentino

Depois de conhecer o lado brasileiro, é hora de ver as quedas de perto! No lado argentino, a sensação é de estar dentro da água… Mas vamos por partes…

Primeiro, decidimos que iríamos alugar um carro para ir até Puerto Iguazu. Então fomos de carro atravessar a fronteira. Para passar, é preciso apresentar passaporte válido, ou carteira de identidade em bom estado e com menos de 10 anos de emissão.

No caminho passamos pelo Duty free, mas como ele fica aberto até 21h, decidimos parar na volta e aproveitar mais os passeios no parque, que fecha ás 17h (na Argentina, 18h no Brasil).

A entrada no parque custa, para brasileiros, 70 pesos por pessoa. Eles só aceitam pesos, não adianta tentar pagar com outra moeda. O estacionamento, 24 pesos.

Logo na entrada tem um centro de turismo, e um espaço de exposições. Lá conseguimos um mapa do parque, e informações sobre os passeios. Como na lado brasileiro, existem muitas opções de trilhas e passeios de barco.

Decidimos primeiro fazer a trilha para a Garganta do Diabo, que era a maior. Um trem faz a maior parte do percurso, saindo em intervalos de 30 minutos da estação central. Tudo muito sinalizado, e informando o tempo para a próxima partida.

Descemos na estação final, e pegamos uma passarela, com 2080m, que passa por cima do rio, que leva direto à Gartanta do Diabo.

 (foto)

Depois de muita foto e muita água, resolvemos fazer a trilha superior, que passa bem perto das quedas, por cima delas. A visão vai ficando cada vez mais linda, e a vontade é de conhecer o parque inteiro. O caminho é todo sinalizado, feito por passarelas, e tem vários mirantes, de onde é possível observar cada queda mais de perto. Já estávamos cansados, mas lá de cima dava pra ver a trilha inferior, que passa quase em baixo da queda. Não resistimos, um último fôlego e resolvemos andar por lá também. E vale muito a pena, pois a gente viu as quedas de baixo, quase de dentro.Esse caminho tem mais rampas e escadas, mas é bem fácil de andar. O mapa ajuda bastante e vai informando os próximos mirantes.

Ainda tinha o passeio de barco, mas esse não deu tempo de fazer. Por isso o ideal é visitar o parque em 2 dias, e você paga a segunda entrada com desconto.

Um passeio incrível, paisagem deslumbrante e a sensação de fazer parte da natureza. Imperdível!

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